Assim como o contato com Swellen, o convite para participar do documentário de rádio, também foi feito através do facebook. Canindé Soares concordou em participar, mas a entrevista demorou um pouco a acontecer, pois logo em seguida ao contato, ele viajou. Quando retornou a Natal, entramos em contato novamente e marcamos a entrevista para o dia seguinte.
A entrevista aconteceu em uma das salas do Labcom e, para a captação do áudio, utilizamos o microfone conectado à câmera.
Canindé nos contou quando começou a acompanhar de mais perto o Grafith e falou sobre o preconceito sofrido pela banda. Ele mesmo foi testemunha desse preconceito quando cobriu o carnaval deste ano em Macau, e ao postar uma foto da banda em cima do trio, em sua página do facebook, viu vários comentários preconceituosos, o que o motivou a fazer um post na rede social falando sobre o ocorrido.
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