Ana Lúcia, apaixonada
pela banda Grafith, resolveu dar ao grupo uma grande prova de amor. Ir contra
seus próprios princípios, desafiando o seu eu. Para ela, tatuagem era algo
reprovável, mas por amor, resolveu pintar em suas costas os rostos de seus ídolos.
"Não foi fácil tomar essa decisão, mas quem ama, prova", diz a fã,
que se considera mais que apaixonada.
Em sua entrevista, a fã
nos revelou que conheceu a banda através dos seus familiares. “Esse amor pelo
Grafith vem de família”. Disse que quando está triste, basta colocar o som pra
tocar as músicas do grupo, que seu dia muda. “Tudo fica melhor ao som do
Grafith”.
Não podemos esquecer de
citar a presença de uma amiga íntima de Ana, que estava presente na gravação,
dando a maior força. Ana nos contou ainda sobre as palmadas que ela levava da
mãe cada vez que fugia de casa para ir para os shows da banda, até a mãe se
acostumar e passar a permitir essa diversão. Se tivéssemos mais tempo,
colocaríamos toda a história dela no documentário. É incrível como quando vamos
achando os personagens para este documentário, mais personagens incríveis
surgem, mostrando que a “família Grafith” é muito maior do que imaginamos.
A entrevista com Ana foi descontraída, apesar de toda
dificuldade para nos encontrarmos, o momento foi cheio de revelações. Para quem
nunca tinha ficado em frente a uma câmera, Lúcia se saiu muito bem. Tivemos
algumas dificuldades com o áudio, mas ela estava sempre disposta a fazer melhor.
Só temos a agradecer por sua participação e hospitalidade.

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